quinta-feira, 17 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Estado de alma
Olá!
Tenho andado bastante desmotivada para fazer as minhas manualidades...
Talvez seja porque ainda ando com as toalhas do Pedro para terminar e já não posso ver os "malditos" dinossauros... mas também não vou começar outra coisa porque senão lá ficam os sacaninhas por acabar...
Já só falta terminar o 2º dinossauro do lençol de banho e acrescentar-lhe umas pegadinhas.
Mas, a minha vida não é só desmotivação!
Tenho a dizer que não caibo em mim de felicidade por finalmente ter feito o que há tanto tempo pensava fazer... (vejam aqui)
Pois é! Finalmente tive uma 2ª feira livre para me ir inscrever como dadora de Medula Óssea!
Agora é só esperar que as análises estejam ok para poder sê-lo de facto...
Quem ainda estiver na dúvida, VÁ! Não custa nada e pode ser que salvemos a vida de alguém com este nosso simples acto.
Entretanto, tenho andado com o bichinho do Voluntariado!
Alguém conhece uma instituição que esteja a precisar de voluntários sem muito tempo mas com uma enorme vontade de ajudar?
Tenho andado bastante desmotivada para fazer as minhas manualidades...
Talvez seja porque ainda ando com as toalhas do Pedro para terminar e já não posso ver os "malditos" dinossauros... mas também não vou começar outra coisa porque senão lá ficam os sacaninhas por acabar...
Já só falta terminar o 2º dinossauro do lençol de banho e acrescentar-lhe umas pegadinhas.
Mas, a minha vida não é só desmotivação!
Tenho a dizer que não caibo em mim de felicidade por finalmente ter feito o que há tanto tempo pensava fazer... (vejam aqui)
Pois é! Finalmente tive uma 2ª feira livre para me ir inscrever como dadora de Medula Óssea!
Agora é só esperar que as análises estejam ok para poder sê-lo de facto...
Quem ainda estiver na dúvida, VÁ! Não custa nada e pode ser que salvemos a vida de alguém com este nosso simples acto.
Entretanto, tenho andado com o bichinho do Voluntariado!
Alguém conhece uma instituição que esteja a precisar de voluntários sem muito tempo mas com uma enorme vontade de ajudar?
segunda-feira, 7 de março de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Esquema Ponto Cruz - galinhas
Olá!
Há uns anos fiz uma cesta para ovos que ofereci à minha sogra com este esquema e adorei!
Lamento, mas não tirei fotografias... no entanto, garanto-vos que estava lindo!
Beijinhos
Há uns anos fiz uma cesta para ovos que ofereci à minha sogra com este esquema e adorei!
Lamento, mas não tirei fotografias... no entanto, garanto-vos que estava lindo!
Beijinhos
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Da horta para a mesa dos algarvios
É daquelas pessoas que no supermercado escolhe a fruta peça a peça? Costuma olhar para o rótulo para verificar a proveniência? Ou prefere antes a secção dos biológicos?
Se em alguma das hipóteses respondeu «sim», deve continuar a ler este artigo e ficar a saber que já existe quem possa satisfazer as suas exigências quase sem sair de casa, agora que o programa Promover e Vender (Prove) está implementado em quatro concelhos do Algarve.
A ideia é dar aos consumidores a garantia de que os frutos e hortícolas que chegam à mesa são integralmente cultivados na região, recorrendo a métodos sustentáveis ou à produção biológica.
«Ao optar por este programa, o consumidor sabe exatamente de onde provêm os alimentos que consome e pode, inclusivamente, conhecer o rosto dos produtores. Além disso, ao eliminarmos a figura da loja, há a garantia de que o agricultor recebe um custo justo pela produção, pois é eliminada a margem da distribuição», explicou ao «barlavento» Miguel Velez, técnico da associação InLoco, entidade responsável pela implementação do projeto Prove no Algarve.
«Depois, há vantagens económicas porque o cabaz entregue pode ficar mais barato do que se os vegetais e frutos fossem comprados de forma avulsa, pois o consumidor assinala sempre o que não quer», prossegue.
De forma a abranger o máximo de produtores, foram criados três núcleos Prove no Algarve, embora cada um possa assegurar a distribuição em mais de uma cidade.
É o caso do núcleo de Loulé que, depois de ter ditado o arranque do Prove no Algarve, em novembro do ano passado, naquela cidade, passou recentemente a assegurar a distribuição de um cabaz 100 por cento biológico em Faro, junto aos Campi das Gambelas e Penha da Universidade do Algarve.
Semanalmente, são já entregues 15 cabazes em Faro, até porque o núcleo de Loulé é constituído por dois produtores biológicos: Norberto Coelho e a Quinta do Freixo. Para que nada falte ao sortido de frescos, a articulação estende-se a outros fornecedores biológicos fora do concelho.
«A ideia é tentar que os produtores se auto-organizem, criando redes próprias que sejam capazes de responder quer ao escoamento da sua produção, quer à satisfação das encomendas», notou Miguel Velez ao «barlavento».
Também há duas semanas, em Tavira, foi criado outro núcleo Prove, constituído por dois agricultores biológicos. Mais vocacionado para o Sotavento, tem como motor dois jovens agricultores – João Pedro e a Pauline van Diepen.
A lista algarvia fica completa com o núcleo de São Brás que, apesar de ter sido o segundo a ser formado no Sul do país e de partilhar a mesma filosofia, recorre apenas aos produtos da época, não ostentando o «rótulo» biológico.
Na lista do cabaz, estão as tradicionais batatas, laranjas ou espinafres, mas, caso o consumidor pretenda, podem ser entregues hortícolas e frutas menos comuns como o chu-chu, a beringela ou o abacate. De forma a estimular o consumo destas variedades, estão disponíveis receitas no sítio do projeto em http://www.prove.com.pt/.
Neste momento, não está ainda criada uma rede de distribuição porta a porta, até porque isso encareceria os custos. Em alternativa, e à medida que os produtores forem aderindo, haverá mais núcleos nas restantes cidades do Algarve, nomeadamente no Barlavento. Por enquanto, os produtos são entregues uma vez por semana em local e hora fixa.
Perguntas e respostas:
O que é Prove?
O projeto Promover e Vender (Prove) reúne um grupo de pequenos agricultores com o objetivo de melhorar o escoamento das suas produções. Pretende a proximidade entre quem cultiva e quem consome, apoia a produção e sensibiliza os consumidores para as vantagens de consumir frescos oriundos de hortas próximas da sua casa.
Quanto custa?
O cabaz 100% BIO contém legumes, frutas e ervas aromáticas, pesa aproximadamente 9 quilos e custa 15 euros. Pode ser entregue semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. As encomendas são feitas por telefone (289840860) ou via online/email (www.prove.com.pt/Algarve) e entregues num local central.
11 de Fevereiro de 2011 | 09:25
filipe antunes
http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=47340
Se em alguma das hipóteses respondeu «sim», deve continuar a ler este artigo e ficar a saber que já existe quem possa satisfazer as suas exigências quase sem sair de casa, agora que o programa Promover e Vender (Prove) está implementado em quatro concelhos do Algarve.
A ideia é dar aos consumidores a garantia de que os frutos e hortícolas que chegam à mesa são integralmente cultivados na região, recorrendo a métodos sustentáveis ou à produção biológica.
«Ao optar por este programa, o consumidor sabe exatamente de onde provêm os alimentos que consome e pode, inclusivamente, conhecer o rosto dos produtores. Além disso, ao eliminarmos a figura da loja, há a garantia de que o agricultor recebe um custo justo pela produção, pois é eliminada a margem da distribuição», explicou ao «barlavento» Miguel Velez, técnico da associação InLoco, entidade responsável pela implementação do projeto Prove no Algarve.
«Depois, há vantagens económicas porque o cabaz entregue pode ficar mais barato do que se os vegetais e frutos fossem comprados de forma avulsa, pois o consumidor assinala sempre o que não quer», prossegue.
De forma a abranger o máximo de produtores, foram criados três núcleos Prove no Algarve, embora cada um possa assegurar a distribuição em mais de uma cidade.
É o caso do núcleo de Loulé que, depois de ter ditado o arranque do Prove no Algarve, em novembro do ano passado, naquela cidade, passou recentemente a assegurar a distribuição de um cabaz 100 por cento biológico em Faro, junto aos Campi das Gambelas e Penha da Universidade do Algarve.
Semanalmente, são já entregues 15 cabazes em Faro, até porque o núcleo de Loulé é constituído por dois produtores biológicos: Norberto Coelho e a Quinta do Freixo. Para que nada falte ao sortido de frescos, a articulação estende-se a outros fornecedores biológicos fora do concelho.
«A ideia é tentar que os produtores se auto-organizem, criando redes próprias que sejam capazes de responder quer ao escoamento da sua produção, quer à satisfação das encomendas», notou Miguel Velez ao «barlavento».
Também há duas semanas, em Tavira, foi criado outro núcleo Prove, constituído por dois agricultores biológicos. Mais vocacionado para o Sotavento, tem como motor dois jovens agricultores – João Pedro e a Pauline van Diepen.
A lista algarvia fica completa com o núcleo de São Brás que, apesar de ter sido o segundo a ser formado no Sul do país e de partilhar a mesma filosofia, recorre apenas aos produtos da época, não ostentando o «rótulo» biológico.
Na lista do cabaz, estão as tradicionais batatas, laranjas ou espinafres, mas, caso o consumidor pretenda, podem ser entregues hortícolas e frutas menos comuns como o chu-chu, a beringela ou o abacate. De forma a estimular o consumo destas variedades, estão disponíveis receitas no sítio do projeto em http://www.prove.com.pt/.
Neste momento, não está ainda criada uma rede de distribuição porta a porta, até porque isso encareceria os custos. Em alternativa, e à medida que os produtores forem aderindo, haverá mais núcleos nas restantes cidades do Algarve, nomeadamente no Barlavento. Por enquanto, os produtos são entregues uma vez por semana em local e hora fixa.
Perguntas e respostas:
O que é Prove?
O projeto Promover e Vender (Prove) reúne um grupo de pequenos agricultores com o objetivo de melhorar o escoamento das suas produções. Pretende a proximidade entre quem cultiva e quem consome, apoia a produção e sensibiliza os consumidores para as vantagens de consumir frescos oriundos de hortas próximas da sua casa.
Quanto custa?
O cabaz 100% BIO contém legumes, frutas e ervas aromáticas, pesa aproximadamente 9 quilos e custa 15 euros. Pode ser entregue semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. As encomendas são feitas por telefone (289840860) ou via online/email (www.prove.com.pt/Algarve) e entregues num local central.
11 de Fevereiro de 2011 | 09:25
filipe antunes
http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=47340
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
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