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domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Da horta para a mesa dos algarvios
É daquelas pessoas que no supermercado escolhe a fruta peça a peça? Costuma olhar para o rótulo para verificar a proveniência? Ou prefere antes a secção dos biológicos?
Se em alguma das hipóteses respondeu «sim», deve continuar a ler este artigo e ficar a saber que já existe quem possa satisfazer as suas exigências quase sem sair de casa, agora que o programa Promover e Vender (Prove) está implementado em quatro concelhos do Algarve.
A ideia é dar aos consumidores a garantia de que os frutos e hortícolas que chegam à mesa são integralmente cultivados na região, recorrendo a métodos sustentáveis ou à produção biológica.
«Ao optar por este programa, o consumidor sabe exatamente de onde provêm os alimentos que consome e pode, inclusivamente, conhecer o rosto dos produtores. Além disso, ao eliminarmos a figura da loja, há a garantia de que o agricultor recebe um custo justo pela produção, pois é eliminada a margem da distribuição», explicou ao «barlavento» Miguel Velez, técnico da associação InLoco, entidade responsável pela implementação do projeto Prove no Algarve.
«Depois, há vantagens económicas porque o cabaz entregue pode ficar mais barato do que se os vegetais e frutos fossem comprados de forma avulsa, pois o consumidor assinala sempre o que não quer», prossegue.
De forma a abranger o máximo de produtores, foram criados três núcleos Prove no Algarve, embora cada um possa assegurar a distribuição em mais de uma cidade.
É o caso do núcleo de Loulé que, depois de ter ditado o arranque do Prove no Algarve, em novembro do ano passado, naquela cidade, passou recentemente a assegurar a distribuição de um cabaz 100 por cento biológico em Faro, junto aos Campi das Gambelas e Penha da Universidade do Algarve.
Semanalmente, são já entregues 15 cabazes em Faro, até porque o núcleo de Loulé é constituído por dois produtores biológicos: Norberto Coelho e a Quinta do Freixo. Para que nada falte ao sortido de frescos, a articulação estende-se a outros fornecedores biológicos fora do concelho.
«A ideia é tentar que os produtores se auto-organizem, criando redes próprias que sejam capazes de responder quer ao escoamento da sua produção, quer à satisfação das encomendas», notou Miguel Velez ao «barlavento».
Também há duas semanas, em Tavira, foi criado outro núcleo Prove, constituído por dois agricultores biológicos. Mais vocacionado para o Sotavento, tem como motor dois jovens agricultores – João Pedro e a Pauline van Diepen.
A lista algarvia fica completa com o núcleo de São Brás que, apesar de ter sido o segundo a ser formado no Sul do país e de partilhar a mesma filosofia, recorre apenas aos produtos da época, não ostentando o «rótulo» biológico.
Na lista do cabaz, estão as tradicionais batatas, laranjas ou espinafres, mas, caso o consumidor pretenda, podem ser entregues hortícolas e frutas menos comuns como o chu-chu, a beringela ou o abacate. De forma a estimular o consumo destas variedades, estão disponíveis receitas no sítio do projeto em http://www.prove.com.pt/.
Neste momento, não está ainda criada uma rede de distribuição porta a porta, até porque isso encareceria os custos. Em alternativa, e à medida que os produtores forem aderindo, haverá mais núcleos nas restantes cidades do Algarve, nomeadamente no Barlavento. Por enquanto, os produtos são entregues uma vez por semana em local e hora fixa.
Perguntas e respostas:
O que é Prove?
O projeto Promover e Vender (Prove) reúne um grupo de pequenos agricultores com o objetivo de melhorar o escoamento das suas produções. Pretende a proximidade entre quem cultiva e quem consome, apoia a produção e sensibiliza os consumidores para as vantagens de consumir frescos oriundos de hortas próximas da sua casa.
Quanto custa?
O cabaz 100% BIO contém legumes, frutas e ervas aromáticas, pesa aproximadamente 9 quilos e custa 15 euros. Pode ser entregue semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. As encomendas são feitas por telefone (289840860) ou via online/email (www.prove.com.pt/Algarve) e entregues num local central.
11 de Fevereiro de 2011 | 09:25
filipe antunes
http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=47340
Se em alguma das hipóteses respondeu «sim», deve continuar a ler este artigo e ficar a saber que já existe quem possa satisfazer as suas exigências quase sem sair de casa, agora que o programa Promover e Vender (Prove) está implementado em quatro concelhos do Algarve.
A ideia é dar aos consumidores a garantia de que os frutos e hortícolas que chegam à mesa são integralmente cultivados na região, recorrendo a métodos sustentáveis ou à produção biológica.
«Ao optar por este programa, o consumidor sabe exatamente de onde provêm os alimentos que consome e pode, inclusivamente, conhecer o rosto dos produtores. Além disso, ao eliminarmos a figura da loja, há a garantia de que o agricultor recebe um custo justo pela produção, pois é eliminada a margem da distribuição», explicou ao «barlavento» Miguel Velez, técnico da associação InLoco, entidade responsável pela implementação do projeto Prove no Algarve.
«Depois, há vantagens económicas porque o cabaz entregue pode ficar mais barato do que se os vegetais e frutos fossem comprados de forma avulsa, pois o consumidor assinala sempre o que não quer», prossegue.
De forma a abranger o máximo de produtores, foram criados três núcleos Prove no Algarve, embora cada um possa assegurar a distribuição em mais de uma cidade.
É o caso do núcleo de Loulé que, depois de ter ditado o arranque do Prove no Algarve, em novembro do ano passado, naquela cidade, passou recentemente a assegurar a distribuição de um cabaz 100 por cento biológico em Faro, junto aos Campi das Gambelas e Penha da Universidade do Algarve.
Semanalmente, são já entregues 15 cabazes em Faro, até porque o núcleo de Loulé é constituído por dois produtores biológicos: Norberto Coelho e a Quinta do Freixo. Para que nada falte ao sortido de frescos, a articulação estende-se a outros fornecedores biológicos fora do concelho.
«A ideia é tentar que os produtores se auto-organizem, criando redes próprias que sejam capazes de responder quer ao escoamento da sua produção, quer à satisfação das encomendas», notou Miguel Velez ao «barlavento».
Também há duas semanas, em Tavira, foi criado outro núcleo Prove, constituído por dois agricultores biológicos. Mais vocacionado para o Sotavento, tem como motor dois jovens agricultores – João Pedro e a Pauline van Diepen.
A lista algarvia fica completa com o núcleo de São Brás que, apesar de ter sido o segundo a ser formado no Sul do país e de partilhar a mesma filosofia, recorre apenas aos produtos da época, não ostentando o «rótulo» biológico.
Na lista do cabaz, estão as tradicionais batatas, laranjas ou espinafres, mas, caso o consumidor pretenda, podem ser entregues hortícolas e frutas menos comuns como o chu-chu, a beringela ou o abacate. De forma a estimular o consumo destas variedades, estão disponíveis receitas no sítio do projeto em http://www.prove.com.pt/.
Neste momento, não está ainda criada uma rede de distribuição porta a porta, até porque isso encareceria os custos. Em alternativa, e à medida que os produtores forem aderindo, haverá mais núcleos nas restantes cidades do Algarve, nomeadamente no Barlavento. Por enquanto, os produtos são entregues uma vez por semana em local e hora fixa.
Perguntas e respostas:
O que é Prove?
O projeto Promover e Vender (Prove) reúne um grupo de pequenos agricultores com o objetivo de melhorar o escoamento das suas produções. Pretende a proximidade entre quem cultiva e quem consome, apoia a produção e sensibiliza os consumidores para as vantagens de consumir frescos oriundos de hortas próximas da sua casa.
Quanto custa?
O cabaz 100% BIO contém legumes, frutas e ervas aromáticas, pesa aproximadamente 9 quilos e custa 15 euros. Pode ser entregue semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente. As encomendas são feitas por telefone (289840860) ou via online/email (www.prove.com.pt/Algarve) e entregues num local central.
11 de Fevereiro de 2011 | 09:25
filipe antunes
http://www.barlavento.pt/index.php/noticia?id=47340
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
RECOMENDAÇÕES EM CASO DE OCORRÊNCIA DE ONDA DE CALOR
1. TORNE A SUA HABITAÇÃO FRESCA
Durante o dia feche as janelas persianas e portas, sobretudo aquelas viradas a sul. Abra as janelas persianas e portas à noite, quando a temperatura exterior baixar. Se a sua casa estiver equipada com sistema de ar condicionado feche também as portas e janelas para poupar energia. Recorra a ventoinhas, mas lembre-se que a partir de 35ºC o efeito de arrefecimento é diminuto.
2. AFASTE-SE DO CALOR
Mantenha-se em casa. Mude-se para a divisão mais fresca da sua habitação (geralmente são as divisões viradas a norte). Caso não seja possível arrefecer a sua casa permaneça 2-3 horas por dia em espaços frescos (ex. igrejas, centros comerciais ou lojas com ar condicionado). Evite sair de casa nas horas de maior calor (entre as 11h e 17h). Evite actividades físicas intensas, trabalhar ao ar livre ou praticar desporto. Procure as sombras e muito importante, nunca deixe crianças ou animais dentro de veículos imobilizados mesmo por pouco tempo.
3. MANTENHA O CORPO FRESCO E HIDRATADO
Refresque-se com banhos e duches ou, em alternativa, molhe-se com toalhas ou panos húmidos. Use roupa fresca e larga e opte por tecidos de algodão. Se necessitar sair use sempre chapéu de abas largas e óculos de sol. Beba regularmente água, evite bebidas açucaradas ou alcoólicas.
3. AJUDE OS OUTROS
Ajude os familiares, amigos e vizinhos. Caso a pessoa esteja a tomar medicamentos, verifique junto do médico de família se existe necessidade de alterar ou ajustar os medicamentos. As pessoas idosas ou doentes que vivem sozinhas necessitam da sua ajuda, telefone-lhes e visite-os pelo menos uma vez por dia.
5. SE TIVER PROBLEMAS DE SAÚDE
Se sofrer de doença crónica ou estiver a tomar medicamentos aconselhe-se com o seu médico de família.
6. SE SE SENTIR MAL
Se sentir tonturas, fraqueza, ansiedade ou tenha sede intensa e dor de cabeça procure ajuda de imediato. Dirija-se para uma divisão mais fresca e meça a temperatura corporal. Beba um pouco de água ou sumo de fruta para se hidratar. Se estiver a fazer exercício e sinta dores musculares (em especial nas pernas, braços ou abdómen) pare imediatamente, repouse num local fresco e beba líquidos contendo electrólitos para uma hidratação mais rápida. Consulte o seu médico de família em caso de sintomas anormais ou persistência dos mesmos. Ligue imediatamente para a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) ou ligue para o 112 sempre que alguém apresente os seguintes sintomas: pele seca e vermelha, delírio, convulsões e/ou desmaio. Enquanto espera pela assistência médica, desloque a pessoa para um local mais fresco, numa posição horizontal elevando as pernas, tire a roupa e promova o arrefecimento externo (toalhas húmidas na zona do pescoço, axilas e virilhas) e pulverizando com água fresca (25-30ºC). Meça a temperatura corporal. Não administre ácido acetil salicílico (aspirina) ou paracetamol.
Durante o dia feche as janelas persianas e portas, sobretudo aquelas viradas a sul. Abra as janelas persianas e portas à noite, quando a temperatura exterior baixar. Se a sua casa estiver equipada com sistema de ar condicionado feche também as portas e janelas para poupar energia. Recorra a ventoinhas, mas lembre-se que a partir de 35ºC o efeito de arrefecimento é diminuto.
2. AFASTE-SE DO CALOR
Mantenha-se em casa. Mude-se para a divisão mais fresca da sua habitação (geralmente são as divisões viradas a norte). Caso não seja possível arrefecer a sua casa permaneça 2-3 horas por dia em espaços frescos (ex. igrejas, centros comerciais ou lojas com ar condicionado). Evite sair de casa nas horas de maior calor (entre as 11h e 17h). Evite actividades físicas intensas, trabalhar ao ar livre ou praticar desporto. Procure as sombras e muito importante, nunca deixe crianças ou animais dentro de veículos imobilizados mesmo por pouco tempo.
3. MANTENHA O CORPO FRESCO E HIDRATADO
Refresque-se com banhos e duches ou, em alternativa, molhe-se com toalhas ou panos húmidos. Use roupa fresca e larga e opte por tecidos de algodão. Se necessitar sair use sempre chapéu de abas largas e óculos de sol. Beba regularmente água, evite bebidas açucaradas ou alcoólicas.
3. AJUDE OS OUTROS
Ajude os familiares, amigos e vizinhos. Caso a pessoa esteja a tomar medicamentos, verifique junto do médico de família se existe necessidade de alterar ou ajustar os medicamentos. As pessoas idosas ou doentes que vivem sozinhas necessitam da sua ajuda, telefone-lhes e visite-os pelo menos uma vez por dia.
5. SE TIVER PROBLEMAS DE SAÚDE
Se sofrer de doença crónica ou estiver a tomar medicamentos aconselhe-se com o seu médico de família.
6. SE SE SENTIR MAL
Se sentir tonturas, fraqueza, ansiedade ou tenha sede intensa e dor de cabeça procure ajuda de imediato. Dirija-se para uma divisão mais fresca e meça a temperatura corporal. Beba um pouco de água ou sumo de fruta para se hidratar. Se estiver a fazer exercício e sinta dores musculares (em especial nas pernas, braços ou abdómen) pare imediatamente, repouse num local fresco e beba líquidos contendo electrólitos para uma hidratação mais rápida. Consulte o seu médico de família em caso de sintomas anormais ou persistência dos mesmos. Ligue imediatamente para a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) ou ligue para o 112 sempre que alguém apresente os seguintes sintomas: pele seca e vermelha, delírio, convulsões e/ou desmaio. Enquanto espera pela assistência médica, desloque a pessoa para um local mais fresco, numa posição horizontal elevando as pernas, tire a roupa e promova o arrefecimento externo (toalhas húmidas na zona do pescoço, axilas e virilhas) e pulverizando com água fresca (25-30ºC). Meça a temperatura corporal. Não administre ácido acetil salicílico (aspirina) ou paracetamol.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Dica
Olá!
Hoje trago uma dica que penso ser muito útil!
Se gostariam de reciclar mas acham que os recipientes que encontram nos supermercados são muito grandes ou muito caros, enviem um e-mail para info@pontoverde.pt a pedir os sacos ecopontos e receberão dentro de dias.
Eu já tenho os meus e adoro-os!
BOA RECICLAGEM!
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BOA RECICLAGEM!
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